terça-feira, 26 de outubro de 2010

Muito se houve falar sobre aquecimento global, derretimento das geleiras, inversão térmica...


E fica a pergunta, qual a relação entre esses fenômenos? O que pode acontecer com o mundo?

Bem vamos lá tentar explicar de uma forma mais compreensiva

EFEITO ESTUFA

O efeito estufa é um processo natural da terra, onde ele equilibra a fonte de calor terrestre, sem o efeito estufa era impossivel existir vida em nossa planeta, o que acontece é que na presença de certos gases poluentes como o co2 ( dioxido de carbono ), metano, cfc ( cloro-fluor-carbono) entre outros, há uma reação onde esses gases destroem as moléculas do gas ozônio, aumentando assim a incidência de raios ultra- violetas na superficie. os gases poluentes destroem a camada de ozônio, onde sua maior preocupação é exatamente nos pólos
como por exemplo a antártida, e parte glacial ártica no pólo norte, ou seja destruição da camada de ozônio, maior incidência de calor, que leva ao derretimento das calotas polares.
e um dos maiores problemas é que quando os raios de calor chegam a superficie e sua tendência é subir novamente, não conseguindo executar este processo, a massa de calor fica preso na atmosfera devido a grande quantidade de gases poluentes que formam uma barreira impedindo que o calor se condense com as massas de ar frio acima da superficie, aumentando assim a temperatura terrestre.
 
EFEITOS DO DERRETIMENTO DAS GELEIRAS
 

A superfície de terra firme em nosso planeta mantém uma carga de cerca de 38 milhões de quilômetros cúbicos de gelo, dos quais 85% estão na Antártida. Como o gelo é menos denso do que a água, (por isto os cubos de gelo flutuam na água), esses 38 milhões, ao derreter-se, se transformariam em 33 milhões de quilômetros cúbicos de água que iriam parar obviamente no oceano.


O oceano tem uma superfície aproximada de 360 milhões de quilômetros quadrados. Se esta superfície permanecesse constante e os 33 milhões de quilômetros cúbicos de gelo fundido se esparramassem uniformemente sobre ela, alcançariam uma altura de 33/360Km, ou 0,092 Km. Isto é o mesmo que dizer que o nível do mar subiria 92 metros.

Entretanto, a extensão do oceano não permaneceria constante, porque, quando seu nível subisse, ele engoliria cerca de 5 milhões de quilômetros quadrados das terras baixas localizadas em sua orla. Isto significa que a superfície do oceano aumentaria e a "cobertura" procedente do desgelo não seria tão grossa quanto acabamos de supor. Além disto o peso adicional poderia fazer com que o fundo do mar cedesse um pouco.

Mesmo assim o nível do mar subiria, provavelmente, cerca de 60 metros, o bastante para alcançar o vigésimo andar do Empire State Building em Nova York e alagar boa parte das áreas povoadas da Terra.

Nenhuma das situações expostas anteriormente têm porque ser catastrófica: em pleno período glacial o gelo cobriu milhões de quilômetros quadrados de terra que ficaram inabitáveis, mas em troca outros milhões de quilômetros de plataforma continental apareceram, oferecendo outras opções de habitação. Se, pelo contrário, o gelo se derreter, a água cobriria milhões de quilômetros quadrados que ficariam inutilizáveis para a vida terrestre. Mas na ausência de gelo e com áreas terrestres menores, o clima seria mais benigno e haveria menos desertos, e assim uma maior porcentagem de terrenos habitáveis. Além disto, como a variação em volume total do oceano seria relativamente pequena (de 6% a 7% no máximo), a vida marinha não seria muito afetada.

A chave então é a mudança climática em si, que é inerente a nosso planeta e de toda natureza. O temor fica por conta da rapidez com que o clima da Terra está mudando: um processo que levaria milhares de anos está sendo acelerado pela interferência do homem.

fonte final de pesquisa dados e porcentagens : terra.com.br




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