quarta-feira, 25 de agosto de 2010

UMIDADE RELATIVA DO AR

Em seis capitais, o índice de umidade relativa do ar ficou abaixo de 20%, considerado estado de alerta


Segundo a OMS (Organização Mundial de Saúde), índices de umidade relativa do ar inferiores a 30% caracterizam estado de atenção; de 20% a 12%, estado de alerta; e abaixo de 12%, estado de alerta máximo. Os principais efeitos da baixa umidade são irritação na garganta e nos olhos e problemas respiratórios.


A umidade relativa do ar ficou abaixo de 20% em seis capitais do país ontem à tarde, de acordo com dados do Inmet (Instituto Nacional de Meteorologia). As regiões com situações mais críticas foram Sudeste e Centro-Oeste. A cidade com a pior situação no horário foi Brasília, com índice de apenas 7%. No mesmo horário, Goiânia (GO) registrou umidade relativa de 13%.

No Rio, a estação do Inmet na vila militar registrou índice de 15%. Em Campo Grande (MS), a medição registrou 16%. Em São Paulo, a umidade chegou a 17% na região de Santana (zona norte da cidade). A Defesa Civil do município tem decretado estado de atenção e alerta todos os dias devido ao tempo seco desde a última quinta-feira. Brasília tinha umidade de 19%. Curitiba e Belo Horizonte não estavam com umidade abaixo de 20%, mas estavam em situação de atenção. A capital paranaense registrou índice de 22%, e a mineira, de 21%.

Segundo a OMS (Organização Mundial de Saúde), índices de umidade relativa do ar inferiores a 30% caracterizam estado de atenção; de 20% a 12%, estado de alerta; e abaixo de 12%, estado de alerta máximo. Os principais efeitos da baixa umidade são irritação na garganta e nos olhos e problemas respiratórios.

A estiagem que atinge o Estado de São Paulo provocou aumento de 60% no atendimento de crianças com problemas respiratórios, tosses e diarreias na Unidade Básica Distrital de Saúde (UBDS) Central, em Ribeirão Preto, onde o índice atingiu 13%. "Recomenda-se que bebam bastante líquido e coloquem bacia com água no quarto ao dormirem".

Na segunda-feira, Sorocaba teve o menor índice de São Paulo: 10%. Sem chuva há dois meses, a Secretaria Municipal de Saúde de Ribeirão determinou a suspensão das aulas de educação física ao ar livre nas escolas municipais, entre 9 e 15 horas, substituindo-as por jogos de xadrez e de damas.


Em Altinópolis, a cerca de 60 quilômetros de Ribeirão, a cachoeira do Itambé, importante ponto turístico, ao lado de uma gruta, secou. A região também registrou 13% de umidade relativa do ar nos últimos dois dias. Há quase três meses sem chuva, a estiagem obrigou a prefeitura local a tomar uma medida, desde o dia 18 deste mês, para evitar o desperdício de água potável. O uso de água da torneira para lavar calçadas ou veículos está proibido. Quem descumprir a norma vai gerar multa de 50 Unidades Fiscais do Município (UFMs) por infração - cerca de R$ 103. O abastecimento de água é monitorado constantemente pela prefeitura.

Em Campinas, a Coordenadoria Regional da Defesa Civil decretou estado de alerta no município ontem. A umidade do ar por lá ficou em 18%.



Queimadas

"A situação só não está pior porque neste ano deflagramos a Operação Tolerância Zero Contra Queimadas", afirmou o coordenador regional da Defesa Civil de Campinas, Sidnei Furtado. Mas o juiz da 6ª Vara Federal de Ribeirão Preto, César de Moraes Sabbag, negou liminar no pedido do Ministério Público Federal para que o governo estadual suspenda as queimadas de cana na região de Ribeirão.



Pior condição

7% foi o menor índice de umidade relativa do ar registrado ontem no País, em Brasília, segundo dados do Instituto Nacional de Meteorologia


COM ESSA MASSA DE ÁR SECO SOBRE OS GRANDES CENTROS ( MISTURA DE GASES POLUENTES COMO CO2, CFC, E OUTROS) EM CONTATO COM OS GASES POLUENTES, PODE OCASIONAR O FENÔMENO CHAMADO INVERSÃO TÉRMICA, E CONSEQUENTEMENTE O EFEITO ESTUFA, QUE É UM FENÔMENO NATURAL, MAIS QUE NESSAS CONDIÇÕES SE ELEVA A NÍVEIS ALTÍSSIMOS AUMENTANDO E MUITO A TEMPERATURA TERRESTRE.

POR ISSO A IMPORTÂNCIA DAS PRÁTICAS AMBIENTAIS, DE PRESERVAÇÃO, PRECAUÇÃO , CONSERVAÇÃO E MANUTENÇÃO.

0 comentários:

Postar um comentário